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Que massacre foi esse, Flamengo?

Que massacre foi esse, Flamengo?

O Maracanã já viu de tudo: finais de Copa, shows históricos, viradas épicas… mas na noite desta segunda-feira (25), viu também um treino de luxo disfarçado de jogo oficial. O Flamengo atropelou o Vitória por 8 a 0 e transformou o rival em mera figuração no espetáculo rubro-negro.

O apito inicial mal tinha soado e a defesa baiana já parecia procurar o Waze para achar o caminho certo dentro de campo. Cada ataque do Flamengo era um susto, cada chute parecia um ensaio para gol — e, na maioria das vezes, virava gol mesmo. Do outro lado, o Vitória só faltou pedir vários tempos técnicos para respirar.

Quando o placar marcava 5 a 0, torcedores começaram a brincar que o jogo deveria ser encerrado por misericórdia. Aos 7 a 0, alguns pediam para o Flamengo “deixar o próximo passar”, como quem dá chance para o irmão mais novo no videogame. Mas o time carioca, aparentemente sem botão de piedade, completou o serviço com mais um.

O goleiro do Vitória, injusto herói da noite, defendeu o que pôde e ainda assim virou vítima da estatística: oito vezes vazado. No fim, provavelmente só desejava que o gramado do Maracanã tivesse uma porta de emergência para escapar discretamente.

Para os torcedores do Flamengo, a goleada foi uma festa com direito a memes, piadas e aquele sorriso maroto de quem sabe que o time está sobrando. Já para o Vitória, fica a sensação amarga de que a noite carioca foi mais longa do que a viagem de volta para Salvador.

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Escrito por
Claudio Osti

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