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O Tubarão precisa melhorar para não morrer na praia

O Tubarão precisa melhorar para não morrer na praia

Por Cláudio Osti

Nem bem o árbitro apitou neste domingo no Estádio Major Couto Pereira e o Londrina foi pra cima do SãoJoseense com uma sede de gols que está virando marca do time.

Os minutos foram passando e o LEC foi empilhando oportunidades perdidas. Com quinze minutos de jogo, o goleiro Diego, do SaoJoseense suou frio pelo menos 4 vezes para defender bolas difíceis chutadas pelo ataque do Londrina.

Aos 18 minuto, em mais um ataque, Vitinho pegou a bola dentro da área e mandou para o fundo da rede.

Tudo até parecia dentro do roteiro, mas as chances perdidas continuaram a acontecer. No primeiro tempo o Sãojoseense só deu trabalho ao goleiro Kozlinski nos últimos minutos da etapa.

E aí, o que era para ser simples, foi complicando. Aos dois minutos do segundo tempo, em um vacilo da zaga do Londrina, Pedrinho foi passando e mandou pro fundo a rede.

O Londrina não se abalou, mas continuou repetindo os erros de finalização do primeiro tempo. Para deixar o torcedor ainda mais indignado, faltando dois minutos para acabar a partida, o atacante Gilberto, que estreava com a camisa do LEC, perdeu um pênalti.

E nem dá para reclamar. Gilberto bateu bem, no canto esquerdo, mas o goleiro Diego fez uma grande defesa.

É inegável que o Tubarão tem hoje melhor elenco do que seu adversário. Mas, no futebol, nem sempre isso reflete no resultado. É o que se pode comprovar no mesmo horário no jogo entre o Flamengo e o Corinthians pela SuperCopa do Rei, no Estádio Mané Garrincha, em Brasília. Mesmo tendo um time com muito mais qualidade técnica, o Flamengo perdeu para o Corinthians por 2 a 0. Ou seja, não dá pra vacilar em momento algum. Vale sempre aquele ditado: depois que o juiz apita, são onze contra onze e tudo pode acontecer.

Quem acompanha os jogos do Londrina sabe que nunca há falta de empenho dos jogadores. Eles brigam até o fim. Mas, para o jogo de volta, no Estádio do Café, o time vai precisar muito que seus atacantes melhorem e tenham mais tranquilidade nas finalizações.

Do contrário o Tubarão corre o risco de morrer na praia.

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Claudio Osti

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