O manezinho e a bailarina: um sonho

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Por Edson Ferracini

Por pouco, muito pouco, deixei de ganhar o privilégio de ter estado em Paris em 2010 durante a disputa do torneio de Roland Garros que, naquele ano, consagrou o espanhol Rafael Nadal.

Explico.

Participei de um concurso da ESPN que valia uma viagem para o templo sagrado do saibro. O tema era “Um jogo de tênis inesquecível”. Fui o segundo colocado do Brasil, com a música “O manezinho e a bailarina”.

Foi uma homenagem a Gustavo Kuerten e a Maria Esther Bueno, nossos dois maiores tenistas – Guga é tricampeão em Roland Garros (1997/2000/2001); Maria Esther, tricampeã em Wimbledon, tetracampeão no US Open, nas décadas de 1950 e 1960.

A ideia: um sonho com um jogo atemporal entre os dois.

No saibro de Roland Garros, o “manezinho” de Floripa saca a 200 Km/h. Viajo no tempo até Wimbledon, em Londres, de onde a “bailarina” Maria Esther rebate o saque.

A bola sobe, paira no ar, não cai…

Acordo, as lágrimas caem.

Musiquei a poesia com uma levada/harmonia pop bem simples.

Pela minha paixão pelo tênis, gosto muito.

Confira a letra e também a música, no vídeo.

“O jogo da “terra batida” em certo momento

 Me leva pra “grama sagrada”, viajo no tempo

 Para o encontro dos meus sonhos

 Com imagem tão real

 De um instante encantado

 Breve sopro atemporal”.

Edson Ferracini, aposentado, tocador de violão, compositor e tenista amador veterano.
Ah…e por jogar tênis há 45 anos pensa que sabe escrever sobre o jogo. hehe…

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