No sufoco, Flamengo bate o Furacão no Maraca

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Na cabeça de muita gente iria ser quase um passeio.

O Flamengo, usando força total, contra o Athletico Paranaense, com um time reserva – para preservar os titulares para a final da Recopa SulAmericana.

Mais ainda, o jogo no Maracanã com um público de mais de 40 mil torcedores.

Pois é. Quase deu ruim para o rubro-negro carioca.

O Furacão fez um baita jogo e, por muito pouco, mas muito pouco mesmo não saiu do Maraca com uma vitória histórica.

Foi uma partida cheia de emoções. Se faltou qualidade técnica, sobrou empenho de dois times que acreditaram e lutaram até o último segundo do jogo.

Gabigol abriu o placar aos 31 minutos, cobrando pênalti que ele mesmo sofreu. Parecia que tudo se encaminhava para uma vitória sem sobressaltos.

Iniciado o segundo tempo Só dava Furacão. E o empate saiu através de uma jogada iniciada por  Braian que tabelou com Tomás Andrade, recebeu de volta na área, ganhou na velocidade de Rodrigo Caio e cruzou rasteiro para Cirino, livre, completar para o gol vazio.

Aos 25 Cirino fez mais um, cobrando pênalti sofrido por Madson.

Depois disso, o rubro-negro paranaense tentou conter os ânimos do Flamengo, apostando no nervosismo da equipe adversária que era pressionada e até vaiada pela própria torcida.

E quando tudo parecia decidido, a casinha athleticana caiu. Bruno Henrique, aos 44 minutos, empatou e nos acréscimos Rodrigo Caio, de cabeça, fechou a conta. 3 a 2.

Pelo Brasileirão, as duas equipes voltam a campo no próximo final de semana. O Flamengo joga primeiro e enfrenta o Fortaleza no sábado, às 16h (de Brasília), no Engenhão. No dia seguinte, mas no mesmo horário, o Athletico recebe o Fluminense na Arena da Baixada. Antes, porém, o Furacão disputa o título da Recopa Sul-Americana na quinta-feira, às 21h30 (de Brasília), contra o River Plate na Argentina.

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