Jogaço. 5 a 0. Espetáculo. E ainda Galvão Bueno fazendo merchan. My God

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Thiago Ribeiro/AGIF

Não torço para o Flamengo. Não torço para o Grêmio. Por isso, sentar no sofá e esticar as pernas para ver a semifinal da Libertadores foi um grande prazer, sem a tensão natural dos torcedores.

Jogaço. Foi daquelas partidas em que você fica anos e anos lembrando. Dois times muito ofensivos, com propostas de jogo de dar nó na cabeça de treinadores retranqueiros como Felipão, Carile e Cláudio Tencati, só para citar alguns dos “professores” conhecidos do nosso futebol. Jorge Jesus e Renato Gaúcho estão de parabéns pelo bem que estão fazendo para o futebol brasileiro.

Goleada sim. 5 a 0 numa partida como esta é coisa rara. É impressionante como, usando a terminologia do momento, o Flamengo está “encaixado”. Tudo flui com uma naturalidade sem igual nesta terra brasilis. Jogadores que já foram contestado em seus clubes anteriores, como Gabigol que estava no ostracismo na Europa, e Rodrigo Caio, que colecionava altos e baixos no São Paulo, estão jogando o fino da bola.

O Grêmio equilibrou a partida no primeiro tempo. Cebolinha, a principal opção de ataque, fez grandes jogadas e até poderia ter aberto o placar. Renato, com alguns de seus jogadores, tira leite de pedra. Não que sejam pernas de pau, mas, convenhamos, o grupo do Flamengo, no um por um, é muito superior. Até quem nem joga tanto, anda jogando muito.

Foi realmente um espetáculo.

Aliás, antes que me esqueça, ouvir Galvão Bueno e seus comentaristas fazendo merchandising de empresa de entrega de comida, foi hilário.

Flamengo e River Plate vai ser realmente um jogo espetacular.

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