Em casa a gente resolveu

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Furacão não toma conhecimento do Inter e fatura o inédito título da Copa do Brasil

Nikão beijando a taça da Copa do Brasil (Foto: Esporte Interativo)

por Adriano Santiago

“Se não for sofrido não é Athletico”, este é o lema da torcida rubro-negra. Mas nas finais contra o Colorado, o sofrimento não foi tanto. O elenco do Inter é medíocre, confiou-se demais na tradição da camisa, apostou-se demasiadamente no fator casa. No fim esqueceram de jogar o futebol.

Mesmo praticando um futebol vistoso o Furacão nunca foi favorito. Contra o Flamengo venceu nos pênaltis em pleno Maracanã, não bastou. Automaticamente o favoritismo passou para o Grêmio – com sorteio de ingressos para a final e tudo -. Vitória maiúscula em Curitiba, após derrota em Porto Alegre. Nas penalidades sim, mas voando no tempo regulamentar.

Melhores Momento (Youtube)

O favoritismo então migrou para o Internacional. Mais pela tradição dos gaúchos, pois o elenco Colorado e Odair Hellmann são adeptos da escola guasca. Defender e quem sabe vencer. Apostou-se no Beira-rio, mas um Furacão passou no Guaíba. Restou aos torcedores do Colorado a hashtag #HoradoOdaIR.

Para o Athletico, além da taça, da vaga na Libertadores e Supercopa de 2020 e dos 52 milhões na conta. Fica o respeito, ainda não será cotado como favorito pelo eixo, – – que não conhece nada além das fronteiras de Rio e São Paulo – mas como um candidato sério aos títulos. Mas não precisa provar nada a ninguém. O Athletico já é uma realidade.

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